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Quem manda no dinheiro público para empréstimos?

Furlan e Mantega podem brigar a vontade. Muita grana está em jogo e, provavelmente também está em disputa a definição dos amigos do rei (= “setores estratégicos”, nunca definidos claramente, mas sempre sujeitos à acordos políticos). Distribuição de renda (sem práticas coronelistas) que é bom, nada.

Mudança no BNDES reacende disputa com Desenvolvimento

01h29 — Por Vera Saavedra Durão, no Valor Econômico desta segunda-feira: “O BNDES está vivendo novamente um conflito de poder no governo Lula. Sob o comando de Guido Mantega, o banco se viu livre do confronto explícito de seu então presidente, Carlos Lessa, com o ministro do Desenvolvimento Luiz Fernando Furlan, além de enfrentamentos constantes com o Banco Central e o Tesouro. Com a saída de Mantega, que conseguiu empossar na presidência do banco o seu vice-presidente, Demian Fiocca, abriu-se um novo conflito entre o Ministério de Desenvolvimento e o BNDES. Só que dessa vez, há um Mantega fortalecido como ministro da Fazenda e seu indicado Fiocca de um lado, e Furlan do outro. A rápida substituição de Mantega por Fiocca, confirmada em nomeação relâmpago publicada no Diário Oficial da União (DOU), teria deixado o ministro do Desenvolvimento aborrecido. Furlan, presidente do conselho de administração do BNDES, não foi consultado para essa nomeação e se queixou ao presidente da República, como apurou o Valor. (…) Hoje, existem três vagas na direção do BNDES: a vice-presidência, a diretoria de infra-estrutura e de insumos básicos, que estavam sendo acumuladas por Fiocca, e a diretoria financeira, antes tocada por Carlos Kawall, hoje secretário do Tesouro. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, Furlan já teria proposto a Fiocca o nome de Armando Mariante, diretor da área de indústria do BNDES e ligado ao ministro, para ocupar a vice-presidência do banco. Mas a sugestão parece não ter contado ainda com o sinal verde de Fiocca. (…) A aparente queda-de-braço entre Furlan e Fiocca estaria reduzindo o ritmo de funcionamento da instituição, que nesse processo sofre perda de produtividade. E os funcionários estão cansados de tantas mudanças.”

Fonte: Primeira Leitura

Claudio

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