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A semana

Rodrigo Constantino faz um bom resumo da semana.

O Fórum da Liberdade; a descrença dos franceses em relação ao mercado; a pizza no Congresso; os fiscais corruptos do RJ e, por fim, qual é mesmo o problema de uma empresa não lucrativa como a Varig acabar?

Claudio

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Enquanto isto, no Brasil

“Nós já debatemos profundamente essa questão da ética, da honestidade, da probidade na relação administrativa”, disse o presidente do PT. “Nós já reconhecemos que algumas pessoas do partido cometeram erros graves, mas não faz sentido o PT tratar essa questão como central. Não é assunto central nem para a população nem para o PT“.

Direto do Estadão de hoje (P.A-16).

O presidente do PT é o famoso Berzoini.

Quem é mesmo que disse que iria construir instituições sérias neste país?

Claudio

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A situação da Ciência econômica

O editor da Foreing Policy denuncia a má situação do pensamento econômico atual. Como exemplo, ele relata o causo do FHC, em 1999, que teria recebido conselhos contraditórios das melhores cabeças do ramo. Além disso, ele uma frase do Bourguignon quando ele afirma que não sabemos as causas do crescimento econômico, sabemos apenas o que o restringe.
Meu pitaco: essa decepção com a Economia é fruto do seu sucesso como Ciência. As expectativas sobre as habilidades dos profissonais da área aumentaram. Ninguém espera da ciência política, enquanto tal, quando virá a uma revolução ou mesmo quem ganhará uma eleição. E querem que os economistas tenham a receita comum para sair de uma crise como 1999!
Áreas fora das ciências sociais também têm seus fracassos. A medicina não consegue curar uma afta, nem a gripe comum, e – no mesmo sentido do que o Bourguignon disso – não sabe as causas de uma vida saudável. Você está muito bem e acorda com uma afta, gripado,(toc-toc-toc) leucemia, lupus ou parkinson.

Leo

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Os aposentados e as microempresas

Ouvi no rádio que 80% do monte de aposentados ingleses que compram propriedades e migram para a França voltam nos primeiros 2 anos. O sujeito fantasia com a vida por lá, mas quando é para valer descobre que não é bem como ele esperava
Isso me lembrou que os dados de mortalidade de micro-empresas são bastante semelhantes. Quem sabe uma parte das falências não é, para valer, uma falência? O camarada larga o emprego, abre a pousadinha charmosa, mas descobre que é uma furada tremenda e, mesmo tendo lucros normais, fica com saudade do contra-cheque no final do mês.

Leo

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O medo da falência da Varig

Os dois argumentos que leio em defesa Varig se apóiam na necessidade de preservar (a) os empregos; (b) o símbolo.
Vamos começar por (a): Se a Varig falir, as pessoas não vão deixar de voar. Outras empresas ocuparão o mercado por ela deixado. E ninguém emprega só para ser gente boa, nem demite só de maldade. Se demitirem é porque tem gente demais trabalhando por lá. Se não demitem é porque alguém paga por isso. Os donos, os acionistas ou a sociedade (através do Governo) sustentam esses empregos excessivos.
Passemos para (b):Se a marca é importante, quem ficar com o que sobrou da Varig irá preservá-la. (Bem, confesso que, como não sou patriota, não vejo sentido em defender um marca que cresceu graças ao apoio explícito do governo militar e sempre cobrou preços estratosféricos. Símbolo por símbolo, prefiro a Gol ou a BRA que fizeram com que milhares de brasileiros trocassem os ônibus Marcopolo pelos Boings. Tudo em 12 vezes sem juros no cartão. )

Leo.

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