Uncategorized

HIc

Está no Jornal O Globo de hoje. Os vendedores de caipirinha das praias do Rio criaram um programa de fidelidade. Os bebedores ganham uma cartela. Após a décima, ganham uma grátis.
Isso é que é empreendedorismo.

Leo (não tenho o link, pq agora leio o jornal em papel. Quarta-feira volto à programação normal, direto de Porto Alegre.)

Continue lendo “HIc”

Academia

Entrevista com …

Milton Friedman e Gary Becker.

Sobre Friedman…

NPQ | In the end, your ideas have triumphed over Marx and Keynes. Is this, then, the end of the road for economic thought? Is there anything more to say than free markets are the most efficient way to organize a society? Is it the “end of history,” as Francis Fukuyama put it?

Friedman | Oh no. “Free markets” is a very general term. There are all sorts of problems that will emerge. Free markets work best when the transaction between two individuals affects only those individuals. But that isn’t the fact. The fact is that, most often, a transaction between you and me affects a third party. That is the source of all problems for government. That is the source of all pollution problems, of the inequality problem. There are some good economists like Gary Becker and Bob Lucas who are working on these issues. This reality ensures that the end of history will never come.

Claudio

Continue lendo “Entrevista com …”

Uncategorized

A Economia Política do chilique muçulmano (pistas para se entender todo este drama)

Sensacional análise do Cristaldo. Clique nos trechos abaixo para ler todo o ensaio.

Reação tardia, diga-se de passagem. As doze caricaturas de Maomé foram publicadas dia 30 de setembro do ano passado, no Jyllands-Posten, e reeditadas no 10 de janeiro passado pelo jornal norueguês Magazinet. Jornais que não circulam no mundo árabe e muito menos na Europa, mas apenas na Dinamarca e Noruega, dois países de minorias lingüísticas. A reação muçulmana revelou-se uma estratégia de jerico. As charges publicadas no jornal da Jutlândia estão hoje reproduzidas na Internet e nos principais jornais do Ocidente.

Embora uma das charges mostre a cabeça de Maomé formada por uma bomba, não é isto o que preocupa os muçulmanos. Seria absurdo protestar contra caricaturas, um recurso rotineiro do jornalismo desde priscas eras. Alegam então que a religião islâmica proíbe imagens do profeta ou de Alá. O que não passa de um esfarrapado pretexto para agredir a Europa. Iconografia sobre Maomé é o que não falta no Ocidente e inclusive no mundo árabe. Enciclopédias, livros e jornais publicaram desde sempre imagens de Maomé e só hoje, em 2006, os muçulmanos houveram por bem manifestar indignação. Hipocrisia deslavada.

Sem ir muito longe, dou dois passos até minhas estantes e apanho o Diccionario Literario Bompiani, editado em Barcelona, 1963. No segundo volume de Autores, no verbete Mahoma, há nove gravuras do profeta, na maioria da Universidade de Edimburgo, desde seu nascimento até a colocação da pedra negra na Caaba e o encontro com o arcanjo Gabriel. Estas duas últimas gravuras estão em miniaturas de manuscritos árabes. Há também uma miniatura persa do século XV, na qual Maomé monta um camelo ante sua mulher Khadigia. Ou seja, mesmo em universo muçulmano a imagem do profeta já era reproduzida. Este soberbo dicionário (15 volumes) está publicado nas principais línguas da Europa e nunca vi muçulmano algum condená-lo por blasfêmia. A julgar-se pela escalada da violência, vão acabar pedindo a proibição da Divina Comédia, onde Dante joga o profeta no oitavo círculo do Inferno, destinado aos semeadores de discórdia.

Claudio

Continue lendo “A Economia Política do chilique muçulmano (pistas para se entender todo este drama)”

Desenvolvimento econômico

O mundo muçulmano

Eis alguns bons relatos sobre os tais cartoons e a reação de alguns muçulmanos.

Berlinski emails from Istanbul:

Evidently there were “hundreds of demonstrators” at the Danish consulate here today. (I missed it; I was happily oblivious until I read the news.) Now, “hundreds of protestors” never congregate in Istanbul without government sanction. There is no such thing as freedom of assembly here; if you’re out protesting, it’s because the government authorized it, period. So Denmark and Turkey are going to be part of one big happy EU family? Sure thing. Tell that to the Danish diplomats cowering in their consulate in Istanbul and nervously reviewing the fire escape plans.

Oh, and someone shot a Catholic priest in Ankara today, too. Not clear yet whether it was related.

That said, “hundreds of protestors” isn’t that much in a city of 10 million, and when I went out today everyone seemed to be their normal friendly selves, including the Islamist grocers down the street, who have never been anything but pleasant to me. So don’t be put off if you’re thinking of visiting, Istanbul is still great, and very safe. (Almost certainly safer than London: I have no doubt that if the protestors get too frisky here, the government will mow them down like dogs.)

(…)

MORE STILL: Iraqpundit:

Anyway, since when did stupid, tasteless cartoons start stirring such passions among the Muslims? Arabic language newspapers and magazines regularly run cartoons that offend all sorts of communities. It would be easier to respect all this rage if these angry people applied the same standards all around.

You know, in 2002, 15 Saudi schoolgirls burned to death when Saudi religious police wouldn’t let them escape their building because they were not in hijab.

Waiting for my fellow Muslims to react to that kind of criminality with the same impassioned outrage they save for offensive newspaper cartoons has been rather like waiting for a desert-blown Godot. Our community leaders, as always, fail us.

A globalização é incrível, não? Os cartoons logo foram conhecidos e o mundo todo já notou o que pensa boa parte da humanidade sobre o significado de “direito ao protesto” e “tolerância”. Para mim, são bens complementares Mas para muita gente lá, não é.

Claudio

Continue lendo “O mundo muçulmano”

Humor

Músicas de Economistas (Humor)

Eis o link.

E, claro, uma amostra.

WHO NEEDS ECONOMISTS?

Who needs economists
And their self-love?;
They’re so heartless
And artless-
On the road to the gold they dream of;
From the Mannes
To the Alchians
Their own mothers they would sell,
Who needs economists?
Assume them in Hell,

THANK HEAVEN FOR MR COASE

Thank heaven for Mr. Coase
He does things in a most efficient way.
Thank heaven for Mr. Coase
He told us- why Fig-era is just passe.
He said if we’d just count the costs for each side
The parties bargain and no cases have to be tried
Thank heaven for Mr. Coase,
Without him where would all of us be?

HOBERMAN’S LAMENT

Oh where, oh where, have those bad lawyers gone?
Oh where, oh where, can they be?
If they must skip lunch
I would like it a bunch
If they’d just report it to me.

EFFICIENT GRACE

Convex preference maps have shown the way
To save a wretch like me.
Before I read my Alchi-an
Twas blind but now I see.

My eyes are tuned to gains from trade
Ignore transaction costs.
Just maximise utility
Avoid the deadweight loss.

I found a point upon my curve
My soul is finally free,
I lie inside my Edgeworth box
In optimality.

Claudio

Continue lendo “Músicas de Economistas (Humor)”