Humor

Rápidas

Japoneses são doidos, doidos, doidos. Ok, mas o Cristaldo fez uma engraçada hoje. Aqui vai:

Surgiu nos céus um candidato a décimo planeta do sistema solar, o astro até agora conhecido como 2003 UB313. Segundo o astrônomo alemão Frank Bertoldi, o 2003 UB313 é pelo menos 30% maior que o nono planeta do sistema solar. Problemas à vista para a astronomia. Urge redefinir o conceito de planeta. Quando um objeto no céu deixa de ser um asteróide ou planetóide e passa a merecer o título principal? Segundo Bertoldi, “é cada vez mais difícil justificar chamarmos Plutão de planeta se UB313 não receber o mesmo status”.

Segundo o astrônomo Scott Sheppard, da Carnegie Institution of Washington, “nove planetas não dá mais. Ou são dez ou são oito”.

Pergunta a esses ilustres gigolôs das angústias humanas chamados astrólogos: como é que ficamos? Tem mais um planeta regendo os destinos dos mortais? Ou menos um?

Talvez por isto os astrólogos nem sempre façam a mesma previsão. Tudo era culpa do décimo planeta… 🙂

Claudio

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Humor

São as feministas as maiores fãs de Mengele?

Lembra do Mengele? Aquele louco nazista que jogava tinta azul nos olhos dos meninos judeus para ver se viravam arianos? Pois é. Talvez as maiores fãs de Mengele possam ser as feministas radicais de hoje. Certamente elas acharão horrendo o trecho abaixo.

Unfortunately, “gender” now comes with a vast superstructure of 99% fact-free feminist theorizing about how sex differences are all just socially constructed. According to this orthodoxy, it’s insensitive to doubt a burly transvestite truck driver demanding a government-subsidized sex change when he says he feels like a little girl inside. Yet it’s also insensitive to assume that the average little girl feels like a little girl inside.

Fortunately, Sax, a family physician and child psychologist, subscribes to none of the usual cant. Indeed, I thought I was a connoisseur of sex differences until I read Why Gender Matters, where I learned in the first chapter, for instance, that girls on average hear better than boys, especially higher-pitched sounds, such as the typical schoolteacher’s voice, which is one little-known reason girls on average pay more attention in class.

Males and females also tend to have different kinds of eyeballs, with boys better at tracking movement and girls better at distinguishing subtle shades of colors. Presumably, these separate skills evolved when men were hunters trying to spear fleeing game and women were gatherers searching out the ripest fruit. So, today, boys want to catch fly balls and girls want to discuss whether to buy the azure or periwinkle skirt. Cognitive differences are profound and pervasive. Don’t force boys to explain their feelings in great detail, Sax advises. Their brains aren’t wired to make that as enjoyable a pastime as it is for girls.

Nem toda feminista é doida, claro. E nenhuma feminista foi ferida ou morta na confecção deste post. Agora, é bom parar de exigir igualdade em tudo e a qualquer preço. Nada como a ciência para enterrar as crenças místicas de ideólogos tresloucados.

Claudio

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Desarmamento

O que faltou no referendo?

Mais uma vez, faltou isto:

A Polícia Federal desbaratou na madrugada do dia 31 parte de uma quadrilha especializada no tráfico internacional de armas.

Foram apreendidos fuzis, metralhadoras importadas como uma Ar-14 e uma Ar-15, cinco granadas, carregadores e munições, além de três veículos que transportavam as armas, no Bairro do Tucuruvi, Capital de São Paulo.

Duas pessoas foram presas, em uma investigação que durou 15 dias. A grande quantidade de armas apreendida com alto poder de fogo estava escondida em um fundo falso de um dos veículos.

Os presos foram conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, recolhidos à custódia e responderão pelos crimes de porte ilegal de arma de uso restrito e tráfico internacional de armas.

Só para lembrar: granadas, Ar-14 e Ar-15 não existiriam em menor quantidade apenas pelo seu “SIM” no referendo.

Claudio

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Desenvolvimento econômico

Everybody hates Chris…even the African-Americans

“In 1972, the National Association of Black Social Workers declared that ‘Black children belong, physically, psychologically, and culturally in Black families’, and vowed to end the ‘genocide’ perpetrated by transracial adoption.” [Postrel, Virginia. The Future And Its Enemies, 1998, p.129]

Crazy people, crazy people…

Claudio

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microeconomia

Deixa eu educar meu filho?

Falar em programa de vouchers, no Brasil, pode dar arrepios. Mas as evidências empíricas são interessantes. Por exemplo, em um estudo para Washington D.C., encontrou-se que:

* The current program saves the city nearly $8 million, mostly because it is federally funded and includes a federal grant to public schools.
* If federal grant subsidies were withdrawn and the program were locally funded, the city would still save $258,402 due to the greater efficiency of school choice.
* A locally funded universal program would maximize the economic benefits of school choice, saving $3 million.
* The process by which both DCPS and its schools are funded is not conducive to efficiency or excellence. The voucher program currently allows the central administration to retain an even higher share of overall funding than it did previously, leaving the management of reduced expenditures predominately at the school level. A universal school choice program could help to put a larger share of resources into the hands of schools

Não é quota, é voucher.

Claudio

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Desenvolvimento econômico

A impotência da tecnocracia

Virginia Postrel, sobre o conhecimento, cita um tal Charles Ferguson, do MIT, que, escrevendo na famosa Harvard Business Review, em 1988, defendia a intervenção pesada do governo em algum tipo de política industrial para o setor de informática (uma idéia errada, como ver-se-á abaixo), protegendo os “interesses nacionais” da concorrência estrangeira.

O sujeito não poderia estar em melhor companhia. Contra ele, os “economistas do livre mercado”. A favor, um bocado de gente. Veja o trecho abaixo.

“…a wide number of university researchers and senior personnel of my acquaintance in the U.S. Defense Department, the CIA, the National Security Agency, the National Science Foundation, and most major U.S. semiconductor, computer, and electronic capital equipment producers. My conclusion, after meetings with groups in the U.S. Defense Science Board, the White House Science Council, and others, is that only economists moved by the invisible hand have failed to apprehend the problem”. [p.85-6]

A CIA, o Departamento de Defesa….uau, isto sim é que é boa companhia para se propor uma política industrial.

Resultado? Eis Virginia, novamente:

Ferguson and his mandarin contacts just couldn’t envision an industry driven by microprocessors, software, and networks rather than memory-chip manufacturing. Instead, they assumed an essentially static-world, anticipated disaster, and demanded industrial policy. [p.86]

Em ano eleitoral, sempre aparecem Fergusons, de boas faculdades, com propostas não menos malucas. Sábio é aquele que compra sua Harley-Davidson, mesmo que isso signifique não privilegiar a indústria nacional e, claro, seus trabalhadores…

Claudio

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