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Mais uma evidência de que Bush não é liberal

Eu já sabia. Após o assassinato em massa de Bin Laden, Bush descambou de vez. Quem lamenta é outro republicano. Moral da história? O tamanho do governo não diminui com os democratas…e nem com os republicanos. Nem lá, nem aqui, existe este tal grupo de iluminados que possui o monopólio da ética só porque usa a palavra “social” cinco vezes mais do que, digamos, “responsabilidade individual”.

Claudio

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Quanto custa uma cadeirinha no Conselho de Segurança lá?

Um bocado de dinheiro a menos na segurança…aqui. E, claro, o que sobra é isto (reparem no conteúdo do curso, muiiiito útil para, por exemplo, evitar um assalto a um morador do prédio…aulas de cidadania…não me faça rir, Leviatã…).

Claudio

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Academia

Páginas que valem a pena visitar

Uma delas é a do John Matsusaka.

Em especial, este artigo (clique no trecho para ler):

A flourishing empirical literature shows that economic development is related to social capital and adoption of market institutions such as rule of law. Yet the evidence begs the question why some countries and not others have managed to accumulate social capital and adopt the right institutions. Why do poor countries seem to have so little social capital in aggregate, even though theory suggests they are well-positioned to have it, and micro studies show they often do have it? Why have some countries been able to adopt the right institutions for industrialization while others seem trapped in village economies?

Claudio

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Academia

Quem diz o que quer…pode ser analisado

Não é fascinante a diversidade de métodos de coletas de dados aos quais podemos recorrer no século XXI? Uma pesquisa destas seria fascinante, aqui, no Brasil.

Resumo:In this paper, we examine whether managers use optimistic and pessimistic language in earnings press releases to provide information about expected future firm performance to the market, and whether the market responds to optimistic and pessimistic language usage in earnings press releases after controlling for the earnings surprise and other factors likely to influence the market’s response to the earnings announcement. We use textual-analysis software to measure levels of optimistic and pessimistic language for a sample of approximately 24,000 earnings press releases issued between 1998 and 2003. We find a positive (negative) association between optimistic (pessimistic) language usage and future firm performance and a significant incremental market response to optimistic and pessimistic language usage in earnings press releases. Results suggest managers use optimistic and pessimistic language to provide credible information about expected future firm performance to the market, and that the market responds to managers’ language usage.

Claudio

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