Psicologia e Mercados

Tristeza não tem fim, Felicidade sim.

A Economia da Felicidade está na moda. Veja aqui ou aqui. Apesar de reconhecer que é um tema muito importante e interesante, essa não é a minha praia.
Um dos resultados mais robustos dessa linha de pesquisa obtém é que, a despeito de todo o progresso material do século XX, as pessoas não se dizem mais felizes. Os ricos tendem a serem mais felizes do que os pobres em um dado momento, mas o crescimento econômico não traz felicidade.
Portanto, tudo que os economistas aprenderam sobre crescimento econômico é inútil? Bem, até por motivos evolucionários, nós não nascemos para sermos felizes e desenvolvimento não garante mesmo felicidade. Ora, mas é diferente ser infeliz na Dinamarca do que em Ruanda. Os infelizes da Suécia têm um conjunto de escolhas maior: podem se encher de Absolut, Prozac e até se mudar para Ruanda. Já os infelizes africanos, além de serem infelizes, têm que lutar, dia após dia, pela sobrevivência.

Leo, indo para a primeira aula de Desenvolvimento Econômico.

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